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Te quiero dentro
quarta-feira, novembro 07, 2007
 

O zé cagalhoto desentope sanitas.

O pai dele desentupiu sanitas, assim como o pai do pai e o pai do pai do pai. Imigrantes da Irlanda, onde sanitas existem aí há 3 séculos, vieram para Portugal à procura das melhores sanitas para desentupir, as mais porcas do pequeno universo conhecido.

Hoje era um dia como os outros. Os cagalhões flutuantes tentavam dar-lhe luta, mas 3 séculos de sabedoria, experiência cagalhota, traduziam-se num espectáculo do maior desentupidor de sanitas dos arredores. Olhou com desprezo para o cagalhoto. Em menos de um segundo a sanita já brilhava. Bastou-lhe olhar. O cagalhoto cagou-se de medo. O Zé Cagalhoto é conhecido pelos cagalhotos destas bandas.

Recebe uma chamada. Afinal hoje não é um dia normal. Há uma situação de emergência em Inglaterra, todo um centro comercial está entupido. O Centro está fechado, cheio de, falando claramente e sem preconceitos: MERDA! e começa já a ser insuportável viver naquela cidadezita, o trânsito começa a ser afectado pois ninguém consegue aproximar-se do centro, as pessoas sofrem súbitos ataques de agonia na rua.

Os cagalhotos já tomaram conta do centro e começam já a tomar conta de outros edifícios circundantes. A situação é demasiado preocupante, apenas um perito como o Zé cagalhoto consegue salvar a situação dos malfadados cagalhotos. Zé Cagalhoto chega à cidade. A cidade está deserta e alguém espalhou cagalhotos em toda a parte. Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas. Em todo o lado o cagalhoto repetido ao expoente da loucura. Ora sujo ora porco. Para nos lembrar que o cagalhoto é uma doença quando nele julgamos ver o nosso alívio.

Mas Zé sabia o que fazer. O seu avô tinha lidado com uma situação bem pior durante a primeira guerra mundial, entre as trincheiras e a imundice, os cagalhotos de ambos os lados da batalha, começaram a formar o seu próprio exército. Aí residiu o grande conflito, embora a maioria da população não o saiba ainda. Zé Cagalhoto pega no piaça e evolui rapidamente para Zé Cagalhoteiro, nível - 2. Eleva o piaça no ar.

Começa a correr. Em câmara lenta. A pisar o chão todo cagado, a levantar pequenos pingos que lhe cagavam ainda mais a roupa. SPLASH SPLASH SPLASH SPLASH, ouvia-se ritmiticamente. Corria no meio da praça, enquanto os amedrontados habitantes, às janelas, o viam a correr estupidamente em câmara lenta. Corria em direcção ao Centro. Já não havia interior. Das portas de vidro já só se via uma enorme massa castanha. Por ali não pode entrar pensa ele. Mas tem de ser. Vai ter de partir a porta. Continua a correr, salta e entra pela porta dentro. O vidro parte-se e aquela massa merdosa solta-se pela cidade, envolvendo Zé e todos os seus habitantes. Zé ria-se sinistramente, satisfeito, todo porco e lambusado de merda. Simultaneamente ao partir do vidro e à libertação da massa cagalhota, zé tinha-se vindo. SPLASH SPLASH era o bater das nádegas da mulher.

Nesse dia, a única forma de se excitar e de se vir, pensar em coisas porcas, não tinha resultado tão bem e a realidade é demasiado limpa para o seu gosto, misturou-se com a sua nojenta e agradável realidade. Um mundo merdoso. A mulher sai de cima dele e diz-lhe ao ouvido "Então amor, hoje foste muito porco?". "Nem sabes o quanto sua porca. Nem sabes...". A Mulher sorri agradavelmente. "Conta-me enquanto adormeço seu porcalhão". "Está bem... Amo-te sua porca!". "Amo-te...! :) "

 
Comments:
Piaçaba!!!!

:D
 
O poder da porcalhice!
 
LOOOL! Tá vivo o blog!
 
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